Março 25, 2009...12:30 pm

A “Empresa” criada por BP

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Poucas pessoas são contrárias ao argumento de que uma organização não-governamental deve funcionar administrativamente como uma empresa.

No entanto, ainda encontramos Ongs que não se adequaram aos novos tempos e não entendem como a organização, o marketing e a comunicação são importantes para a sobrevivência do terceiro setor.

A Federação de Bandeirantes do Brasil tem duas matérias circulando pela mídia neste mês de março. Uma na revista Piauí, outra na Isto é.

Devem ficar extremamente felizes, pois uma Ong – cujo foco são crianças e jovens de 5 a 21 anos –, e que no Estado de São Paulo só possui cerca de 1.400 pessoas – sendo 30% destes adultos –, com pouquíssimos profissionais em sua área administrativa, dificilmente seria exposta nos meios de comunicação, já que tem pouca relevância.

Muitas destas ações que ganham visibilidade no cenário midiático são produzidas pelos colaboradores – voluntários apaixonados pelos valores do Movimento Bandeirante – sem ações eficientes do diretório executivo.

Tenho certeza de que o eterno chefe escoteiro Baden-Powell não gostaria que as coisas estivessem assim. Na verdade, também não gosto. O MB tem valores excelentes para serem seguidos por toda vida.

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